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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Entrevista: André Paste

Você já sabe que na próxima sexta, 03/02, o Velvet antecipa o Carnaval e bota todo mundo pra dançar muito ao som dos mashups incríveis do André Paste, né?

Paste começou a carreira com 17 anos e, veja só, na época tinha que ter autorização judicial pra entrar nas casas onde tocava. Discípulo do João Brasil (que também já passou pelo Velvet), o cara chamou atenção logo cedo por conta de suas misturas inusitadas e surpreendentes - a mistura entre MC Marcelly e Britney Spears bomba nas pistas!

Pois bem, a gente bateu um papo com esse capixaba marrento pra entender como funciona a cabeça do cara, um dos DJs mais jovens e mais talentosos que já passaram pela cabine do Velvet Club!

Como nasce um mashup? Você tá lá, de boa, ouvindo uma música e pensa “nossa, essa encaixa com aquela”? É uma coisa mais instintiva ou você vai procurando, testando e descobrindo combinações?

Comigo funciona na tentativa e erro, vou misturando, misturando, misturando até fazer algo legal.

O que você ouve no seu dia a dia? Mashups fazem parte da sua playlist diária?


Sempre ouço de tudo, de Gaiola das Popozudas a Coldplay até Gaiola das Popozudas com Coldplay.

Você estuda publicidade. Existe a possibilidade de você se aposentar das pick-ups pra se dedicar aos anúncios?

A publicidade é o que eu quero seguir profissionalmente, mas tocar vai ser sempre meu hobby. Ver a galera se divertindo quando você toca uma música diferente vicia. Vou sempre tentar conciliar as duas coisas.

Rolou alguma história tensa na época em que você ainda era menor de idade e já tocava em casas noturnas?

Nunca, sempre fui muito certinho com essas coisas, sempre tinha autorização pra tocar.

Quem e o que te influencia artisticamente?

O João Brasil foi minha primeira influência, o primeiro cara que eu vi que fazia mashup de música brasileira com gringa. Hoje em dia toda a galera da Avalanche Tropical me influencia muito, é muito maneiro trocar referências com essa galera.

Tem algum mashup que você escuta e pensa “Queria ter feito essa música”?

Tem um demais do MadMixMustang que juntou Daft Punk com Bob Marley. Esse eu gostaria de ter feito!

O que a gente deve esperar do seu set (além de fazer a gente rebolar gostoso)?

Preparem-se pra suar muito! Quero ver todo mundo descendo até o chão! VAI ROLAR VUCO VUCO!



Por Ricardo Lima

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Entrevista: Bruna Tang

Desde pequena o que Bruna Tang mais gostava de fazer era cantar durante o banho. O hábito inspirou o nome do seu grupo, um dos projetos eletrônicos mais bacanas da atualidade – Undershower.

A belorizontinha que hoje mora em São Paulo é uma “front-woman” de olhar vanguardista. Bruna foi idealizadora do primeiro projeto de electroclash de São Paulo, o 2yummy e hoje empresta a voz ao Undershower e ainda assim encontra tempo para modelar, produzir e também discotecar.

Se debaixo do chuveiro tudo é válido, atrás do microfone e das pickups Bruna só consegue levar uma coisa: Um descompromisso de quem se permite se divertir em todas as situações. Impossível não se render a seus encantos e não cair na pista, afinal Bruna Tang te pega pelo braço e te tira pra dançar! 


Como é para uma mineira morar em São Paulo?
Eu já me acostumei a morar na “selva de pedras”... Foi muito difícil no começo, parecia que a cidade iria me engolir. Sinto falta do cheiro de mato, do horizonte perfeito das minhas montanhas e principalmente da minha família que reside em BH. Já viajei o mundo todo, em alguns lugares eu morei e outros foram só de passagem... Talvez esse fato tenha me ajudado a quebrar um pouco meu elo com minha cidade natal. Sou uma cidadã do mundo, mas nunca deixo de vir a BH quando quero recarregar as baterias!

Qual a proposta do Undershower?
O projeto Undershower nasceu assim que eu sai do 2Yummy. Estava super a fim de investir num lado musical mais consistente e profissional, saindo da linha electroclash caricata. O nome Undershower faz menção aos cantores de chuveiro que soltam suas vozes nos mais diversos repertórios, na maioria das vezes deixando escapar um gosto musical que ninguém próximo conhece... No chuveiro vale tudo, de Iron Maiden a Ivete Sangalo (risos). E é assim que a proposta do Undershower se traduz na melhor forma, no hedonismo de comportamento não só na música, mas também no lifestyle geral. Um descompromisso de quem se permite se divertir em todas as situações! Com o Undershower pude aprimorar minha voz, explorar mais instrumentos orgânicos como a guitarra e levar minhas letras de forma mais adulta ao nosso público, deixando de lado as brincadeiras quase infantis do meu antigo projeto, mas sem desprezar a veia sexy que toda frontwoman tem!

Como está a repercussão do seu novo álbum?
Já estamos no nosso terceiro EP, e isso me deixa muito feliz! Como não vendemos os cds, temos o privilégio de presentear as pessoas que sabemos que vão desfrutar da nossa música em muitas situações diferentes... Os amigos amam ouvir no carro, e quase todos me pedem outro cd por algum amigo do amigo ter levado o seu embora pra casa...e assim eu vou atingindo mais e mais ouvintes e conhecedores do Undershower. De ouvido em ouvido o projeto vai andando pra frente dentro de um nicho selecionado amante do electrorock.

Fale um pouco da sua carreira como Dj atualmente.
Normalmente eu ataco de DJ em eventos fechados, não sou DJ por natureza, sou uma pessoa musical desde criança e gosto de dividir o som que carrego em minhas referências. Tudo é, na verdade, um grande pretexto pra me divertir na noite com pessoas animadas e que tenham a diversão como inspiração, assim como eu!

Você foi idealizadora do primeiro projeto de eletroclash de São Paulo, o 2yummy. Como você acha que é a cena da música eletrônica em geral no Brasil?
O Brasil, infelizmente, demorou um pouco para digerir as bandas de música eletrônica nacionais... Criou-se uma cultura em volta dos DJs por muitos anos, impossibilitando uma abertura pras bandas. No começo dos anos 2000, quase ninguém conhecia que no Brasil já existia projetos como o Cansei de ser Sexy e o 2Yummy. Foi realmente um marco zero pra quem investia na cena. Já ouvi de alguns artistas brasileiros que o 2Yummy inspirou o início de seus respectivos projetos, e isso me deixa com sensação de missão cumprida. Hoje em dia, já existe uma aceitação melhor das bandas eletrônicas, já livres do preconceito de que banda sem instrumentos orgânicos não é banda. E com a entrada dos grandes festivais de música, a grande massa pode ter maior visão de bandas eletrônicas “gringas” e acreditar que no nosso país também tem espaço pra essa vertente. Mas como tudo no Brasil tem que ser mais digerido pra poder ser assimilado, acredito que tenhamos perdido muitos talentos que foram exportados por falta de espaço dentro do circuito nacional.

Você vê diferença na noite paulistana da época que começou com o eletroclash e agora?
Vejo sim! Na época do electroclash as pessoas carregavam consigo uma onda mais desapegada do convencional. As pessoas se jogavam mais! Permitiam-se levar por uma atmosfera mais juvenil e mais vanguardista. Hoje em dia a noite não pertence mais a um nicho específico, tudo é mais misturado, o que também resulta numa miscelânea musical bacana, mas torna o alvo mais complicado de se atingir. Na cena electroclash as pessoas não se importam com o que os outros vão pensar... é uma cena mais livre de preconceitos e ditames. Hoje a cena já se preocupa mais com estéticas e é mais presa a tendências de fora.

E sua carreira de modelo, você acredita que contribuiu para o sucesso hoje do Undershower?
Minha carreira de modelo me deu bagagem artística e vontade de ampliar mais minhas formas de expressão. Cheguei num ponto da carreira que eu já não me satisfazia mais somente em trabalhar com o corpo... Eu sempre quis mais! Pude enxergar o mundo como um TODO e percebi que eu podia ir mais além do mundo da moda. Na verdade, uma coisa está ligada a outra sim, posso dizer que minha carreira de modelo teve até uma prorrogação por conta das bandas. Trabalhei mais pela visibilidade que meus shows trazem. Um rosto e um corpo bonito ajudam e muito, e aliando isso a um conteúdo musical foi como a tampa e a panela. Quem não gosta de ver uma moça bonita empunhando um microfone e fazendo um barulhinho bom?!

O que você mais curte fazer: modelar, atuar, cantar, discotecar... ?
Eu amo viver, e todas essas características se completam, fazendo uma maçaroca só! Não consigo distinguir uma coisa da outra... pra mim cantar é atuar que é discotecar que é modelar uma referência... Tudo se encontra dentro do mesmo saco. Ta aí a que eu mais amo... Poder desempenhar muitas coisas que se resultam numa só, no sucesso de ser feliz levando arte e música pros olhos de quem quer ver!


Curtiu? Então vem pra BAGUNSSA nessa sexta-feira (02). Acredite: você não vai saber o que está perdendo enquanto não assistir uma apresentação do UNDERSHOWER!!! 


Por Lorena Martins

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Entrevista: Lucio Ribeiro - PARTY ÍNTIMA BH

Nesta sexta acontece a PARTY ÍNTIMA: A festa hit na noite paulistana, que acontece no Lions Club, chega em BH em uma edição exclusiva, mineira e fervidíssima no Velvet Club. 
A noite é comandada pelo publicitário Rafael Urenha, pelo jornalista musical/dj Lucio Ribeiro e pelo residentíssimo Nest!
Para saber mais sobre a edição aqui em BH, conversamos com o Lúcio Ribeiro, da Popload, que adiantou um pouco o line-up dessa sexta! Confira a entrevista:

Lucio, como você define a festa Party íntima?
Eu defino a Party Íntima, pelo menos aqui em São Paulo, como a "balada perfeita". Tem música boa, gente bonita e interessante, clima de bagunça e um clima libidinal que deixa qualquer festa "hot". E não falha! toda edição dela é incrível. não tem como em BH não ser.

Quais são as 5 músicas que não podem faltar no line-up da festa?
Músicas não sei, mas posso te falar de bandas: LCD Soundsystem, Two Door Cinema Club, Cut Copy, La Roux e The XX.

O que você espera para esta edição da Party íntima em BH?
O Velvet, o tamanho dele e a galera que já frequenta é a cara da Party Íntima. Acho que vai combinar super bem. Tem tudo para ter o clima sexy-farra que tem aqui em São Paulo. A vibe de uma festa é tudo!


Por Lorena Martins

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Entrevista da semana: Elke Maravilha!

Elke, que sempre se destaca pelo seu seu visual irreverente e suas montações alegóricas, desfilou e brilhou na noite do último domingo na Caramelo Sundae especial DIVAS no Velvet Club! Sempre se inspirando nas mais diversas culturas que existem no mundo, o figurino escolhido para a noite foi muito mais do que um pretinho básico! Baseado nas alegorias dos guerreiros de Esparta, Elke trabalha seu visual sempre em cima de um longo trabalho de observação e representação de artes já explorados por alguma cultura. No meio de multidões de novos e velhos fãs, a gente conseguiu fazer uma entrevistinha rápida onde Elke conta sobre moda e jogação!

1) Elke, o que a moda representa pra você em sua vida?
A moda só tem valor quando te faz crescer, por dentro e por fora. Nós somos macacos pelados. Deus errou na mão com a gente, porque o mais bonito de nós ainda é mais feio que o mais feio dos animais. Daí a necessidade de se utilizar da moda pra se vestir, e com isso transmitir uma mensagem.

2) Qual é seu estilista preferido?
Ronaldo Fraga consegue traduzir exatamente o que eu sinto pela moda. Pra ele não tem dessa de modelo magrela desfilando prum lado e pro outro.

3) Jurada do Programa Silvio Santos, atriz, cantora, modelo e mais inúmeros e inusitados trabalhos em mais de 30 anos de carreira. E a experiência de ser hostess numa balada pop em Belo Horizonte?
Estar em uma festa como essa é permitir se misturar, conhecer pessoas novas e assim acrescentar. E tudo aquilo que nos acrescenta é perfeito! Aliás, a palavra que resume a festa Caramelo é jogação. Uma jogação com alto astral, um clima excelente de descontração que não tem espaço para carão! E é isso que a gente tem que fazer na vida, aproveitar e não ficar ultrapassado. Aliás, envelhecer eu posso mas eu nunca vou ficar ultrapassada… Quando eu for ficar ultrapassada, vou preferir deitar e dormir.

Por Lorena Martins e Dudu Pônzio 

Fotos por Marina Abadjieff– Para ver toodas, acesse o flickr do Velvet.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ele é o cara



Philippe Seabra é sem dúvida uma figura importante na história do rock. Líder da Plebe Rude, banda brasiliense que ganhou grandes palcos principalmente nos anos 80, denunciou por meio de canções a política e a sociedade da época marcada pela tradicional cultura punk.

A Plebe Rude foi considerada a maior banda "britânica nacional", rótulo denominado pela influência do rock e do punk inglês. Hoje, além de ser sócio do selo Senhor F e dono do Estúdio Daybreak em Brasilia, Philippe Seabra ataca muito bem de DJ com um repertório totalmente baseado no britpop. E é essa discotecagem que você confere neste sábado em mais uma edição da festa GOD SAVE THE QUEEN no Velvet Club.

Sem muito tempo e com vários shows marcados para divulgar o novo DVD da banda, Philippe contou em uma entrevista rápida sobre  rock britânico e adiantou algumas preciosidades que a gente vai pode ouvir (e dançar) na noite de sábado!

Philippe, quando foi que começou o contato pelo rock britânico que influenciou no repertório da Plebe Rude e  também nas suas discotecagens?

Desde de que me entendo como gente, apesar de ser meio-americano quase todas a minhas influências vieram do Reino Unido. As literárias posso citar Dylan Thomas e George Orwell e as musicais são The Clash, XTC, Killing Joke. O movimento mais explosivo de rock já existente foi o pós punk inglês e bandas como Joy Division, The Clash, Killing Joke e Comsat Angels embalaram a minha adolescência aqui em Brasilia. E foram influências fortíssimas para a Plebe e Legião Urbana. Moldou a gente para a vida...

Você já tocou no Velvet quando a gente estava inaugurando. E desta vez, como vai ser a discotecagem e o que você reserva para nossos ouvidos?

Adorei o convite. Toquei na inauguração e foi bastante divertido. Já essa "celebrity" discotecagem, coisa que faço uma vez por ano, será baseado nessas influências e dentro desse leque vão rolar Echo and the Bunnymen, Siouxse and the Banshees (ambos com quem tive a honra de tocar), Killing Joke, The Clash e pasmem, até uma do Simple Minds! Coisas mais "modernas" também serão incluídas como Keane e Kaiser Chiefs que carrega ainda a bandeira do pós punk.

Como anda os preparativos para este tão esperado DVD da Plebe Rude, marcado para lançar no segundo semestre? Vai ter show em BH?

Eu adoro BH e em breve estarei aí de volta com a Plebe Rude lançando o nosso primeiro DVD que já está pronto. Foi filmado no final do ano passado em Brasilia, ao ar livre, naPraça dos Três Poderes com o próprio Sol como cenário.

Este DVD da Plebe Rude traz 20 faixas de seis álbuns anteriores mais a inédita "Tudo que poderia ser".
Confira:


SÁBADO, 05/06 – GOD SAVE THE QUEEN!

23h
Only brit-rock!
Convidado Especial: PHILIPPE SEABRA (Plebe Rude)
Martinis Bash! Drinks britânicos a preços especiais!

 
Por Lorena Martins

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Entrevista Daniel D

Hoje o Velvet Club recebe pela primeira vez o projeto DISCOBOX, idealizado pelo DJ Daniel D. Em entrevista para o blog do Velvet, o DJ conta mais sobre o projeto e também adianta novidades do que a gente vai conferir na festa hoje! Confira:

Daniel, de onde veio a ideia de começar o projeto da Discobox?

Em 2006 eu já fazia uma festa chamada Groovelab com um amigo, o DJ Marcelo Alencar. Era um projeto com uma proposta mais fixa em um estilo de house music específico. Nessa época eu já estava a fim de fazer outro projeto com um conceito mais amplo, que podia ir da disco music até coisas mais eletrônicas do tech-house e acid house. Aí eu tive o convite para ser residente semanal em um club e assim a Discobox nasceu.



Como e onde foram as primeiras edições da festa? E como que o público recebeu a Discobox?

A festa começou na UP, um clubinho animadíssimo e que fez história em BH. Na época o 'boom' da house music, que aconteceu mais ou menos entre 2003 e 2004 na cidade, já tinha passado e não havia nenhum projeto semanal mais focado no house. A Discobox preencheu essa lacuna e ajudou a formar um novo ciclo de público desse estilo. Começou pequena e aos poucos foi crescendo, sendo que sempre mantinha a idéia de convidar todos os DJs do gênero em BH, além de trazer artistas de outras cidades e países. Algumas edições de destaque foram as festas de 6 meses com o Robinho, 1 ano com o Nego Moçambique (RJ), 2 anos com o Luiz Pareto (SP) e as edições com os DJs ingleses Funky Transport e Asad Rizvi, entre tantas outras. Com o fechamento da UP em 2008 a festa migrou para o Deputamadre e lá ficou até o fim de 2009, passando a acontecer agora na Velvet.



O projeto começou em 2006. O que você destaca de novidade nesses 4 anos da festa ?

A Discobox sempre teve como premissa básica mostrar música boa, diferente, coisas novas. A base da festa é a house music, mas eu procuro me manter antenado ao que está sendo feito de mais interessante e moderno na música eletrônica atualmente. Não me interessa se é house mais funkeado ou eletrônico; desde que seja bem feito e tenha qualidade, vai ter lugar na festa.



Como você analisa o cenário eletrônico musical hoje em Belo Horizonte?

Atualmente o house não tem o espaço que já teve na cidade, mas essa questão de estilos é cíclica. BH já passou pelo auge do hard techno, do electro e mesmo do house. Eu noto hoje em dia que muitas festas tem um som parecido, mais minimal e sintético. Mas tenho visto muitos DJs novos e talentosos surgindo, o que com certeza acabará renovando o cenario e trazendo idéias diferentes. Independente do que esteja na moda no momento, o bacana é sempre ter espaço para todos os tipos de música eletrônica e tem que ousar, inovar, trazer a música que está no underground mas que muitas vezes é muito mais bacana do que aquela que um monte de gente toca igual.



O que o pessoal pode esperar desta edição da Discobox, a primeira realizada no Velvet Club?

It's boogie time ! Em primeiro lugar, muita música boa e animação ! Essa é a proposta da Discobox e como sempre gosto de fazer, a festa terá um convidado de BH, o Nest, que está em ótima fase, e um DJ de outra cidade, o paulista Spavieri, que faz um set muito amplo e divertido e já é bem conhecido por aqui. Enfim, as pessoas podem sempre esperar uma festa divertida, com música criativa e que foge do óbvio.



E o que você vai tocar? Já preparou alguma coisa diferente?

Ultimamente eu tenho feito uma fusão de disco, house e tech-house nos meus sets, mesclando muita referência da disco music mais eletrônica (Moroder, Cerrone etc) com coisas mais atuais da house music e nu disco. Acho que atualmente o que tem sido feito de mais interessante na música eletrônica está vindo dessa direção ; são artistas como Tensnake, Ilija Rudman, Pete Herbert, Shit Robot, Munk e tantos outros que tem um pé no passado e outro no futuro, usando a disco (que é a base de quase todos os genêros de música eletrônica) como referência mas também adotando um toque de experimentalismo. É isso que eu procuro. Para ir aquecendo, baixe meu último set no link http://www.soundcloud.com/djdanield. Um abraço e até a Discobox!

Serviço:
SEXTA - 16/04 – DISCOBOX!
23h - fem: $12 até 1h, $15 depois
masc: $15 até 1h, $20 depois
Boogie oogie nights fever
DANIEL D (residente)
SPAVIERI
Com sets influenciados por bases house e techno mescladas a grooves e vocais em doses certas, Spavieri é hoje em dia um dos djs que mais se apresenta em casas noturnas de São Paulo e outras capitais, sempre transitando entre o underground e o mainstream.
NEST

Por Lorena Martins

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

SAFADEZAS - 5 ANOS!



Sexta feira, 29/01, o Velvet Club traz a comemoração de 5 anos da melhor festa semanal que BH já teve: SAFADEZAS! A edição traz doze djs que mais se destacaram ao longo das edições, comandando as pick-ups com um top 5 dos hits do rock, pop e electro mais tocados nestes 5 anos. Para compor a noite festiva, muitas supressas além da presença do mastro e claro, muita safadeza.
Pra quem já acompanhou algumas edições das SAFADEZAS ao longo dos anos, sabe que a festa foi idealizada pelo Dj Fael em janeiro de 2005 e já teve edições nos clubes Mary in Hell e na extinta Up! Bar. É considerada a festa mais “fervida” de BH e já trouxe shows, lives, strippers além da presença sempre marcante do mastro que compõe as “surpressas safadas”.

E por isso eu entrevistei o Fael que conta pra gente tudo e mais um pouco sobre a Safadezas e também, já adianta o que vai rolar nesta sexta! Confira!

1- Fael, como e quando que começou a ideia de fazer a Safadezas? E de onde veio o nome "Safadezas"?


Começou com uma brincadeira. A real safadezas nasceu num noite de quinta na Up! em 2004, numa "last chance for a slow dance". Uma festa que eu fazia com o dj Score. Um dia brinquei com essa palavra e coloquei no flyer e todo mundo achou legal. Naquela época as pessoas se comportavam de forma diferente na pista.,, Tinha um calor diferente. Daí safadezas, jogação etc.... era um fenomeno sexual clubber rock.

2- Como que foram as primeiras edições da festa? E como que o público recebeu as Safadezas?

Quando comecei a brincar mais e mais com a palavra as pessoas gostavam. Era diferente, malicioso. Quando começou em janeiro de 2005 foi o bafafá do verão. O que era pra ser um projeto de férias virou coisa séria.


3- Safadezas é um sucesso que foi considerada em muitos blogs e sites bacanas de "conhecedores" de música, uma das festas mais famosas e divertidas de BH. Como você explica isso?

A união de rock com musica eletrônica! Não só de música na verdade, de pessoas de estilos diferentes que se divertiam escutando de tudo numa epoca em que pouco se misturava na pista. Os clubbers juntos com punks e metaleiros da savassi. Todos com o intuito de diversão. Era bem massa, deu uma mudada na cara da cena de bh. Alí nasceram os famosos modernos depois copiados pelo resto do mundo.


4- O que teve de novidades nesses 5 anos de Safadezas?

Nascemos na Up! e depois ressurgimos das trevas na Mary in Hell e nos divertimos pacas. Até Rita Cadillac dançou na Safadezas! No primeiro ano da festa e o clima da Up! era diferente de todos os outros lugares da cidade. A ressaca de quinta na vida das pessoas se tornou uma coisa normal. Chegou ao ponto de ser rotina (risos).

5- E o mastro? Dá todo o toque especial dentre outras "surpressas safadas"?

O mastro era o grande marco da Up! até campeonato do mastro a safadezas fez. Sem ele nunca foi a mesma coisa. De dentro da cabine se via muitas coisas acontecendo naquele bendito mastro. Ele não poderia ficar de fora dessa edição. Não mesmo!


6- Conta o que terá de novidade nesta edição especial de 5 anos, pela primeira vez no Velvet Club! E o que você espera pra sexta feira?

Sempre quis essa festa mais rodada. Nunca foi festa de um lugar só e acho bem legal finalmente ela acontecer na Velvet que é um dos clubes mais charmosos que bh já teve... Pra essa edição além do famoso mastro teremos os principais djs de 2005 fazendo um top sfdzs 2005, um revival de comemoração, sem nostalgia, como sempre foi... A unica preocupação é se divertir ao máximo até as 6 da matina. A Safadezas é uma coisa que mora dentro das pessoas por isso ela nunca irá acabar. Muita gente quando estiver velhinho vai se lembrar daquelas quintas. 2005, o ano em que tudo mudou!



 
 
Então é isso. Só pra lembrar que já me divertir horrores naquele mastro na Up! E também que a edição com a Ritinha Cadillac foi... mara! :)
 


SEXTA, 29/01 – SAFADEZAS – 5 ANOS

23h - fem: $12 até 1h, $15 depois
masc: $15 até 1h, $20 depois
rock - pop - electro


Comemoração de 5 anos da melhor festa semanal que BH já teve! Vários djs tocando seu top 5, mastro e muita safadeza!!

Fael convida:
bandit
bitt
danihell
david
garrell
gianfranco
mamá
marckfield
nest
nudja
score
tooleo
trista

Por Lorena Martins

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Velvet Club comemora o primeiro aniversário

Foto: Pedro David

A história aconteceu mais rápido do que se esperava. Um espaço fechado há muito num quarteirão meio escondido da Savassi deu lugar a um inferninho que não levou muito tempo e caiu no gosto de quem frequenta a noite. Foi em 8 de maio do ano passado que nasceu o Velvet Club. Para quem vai de eletrônica, a noite é a de sexta-feira; para os roqueiros, o sábado é a pedida. Unindo esses dois públicos, a Velvet chega a seu primeiro ano. E com novidades.
Desde segunda-feira, a casa está passando por uma reforma em tempo recorde. Será reaberta hoje para a primeira das duas noites comemorativas, sem fugir da programação usual. Uma batelada de DJs foi convidada, a maioria deles os que mais tocaram no clube neste primeiro ano de vida.
O pessoal vai encontrar um novo ar condicionado – próximo do bar, onde o fluxo é grande na maior parte da noite – e uma decoração nova da pista, cabine do DJ, fachada e banheiros. A referência continua sendo a pop art: quem assina a parte visual é o estúdio Azucrina!. “A decoração vai dar outra cara para a casa, com o enfoque mais para a noite”, promete Luciano Augusto, o Tristão, sócio do clube ao lado de Bruna Miranda.
A ideia para o próximo ano do clube é continuar na mesma onda. “Ao mesmo tempo em que trazemos DJs daqui já conhecidos e algumas pessoas novas, temos a intenção de buscar gente de for a de tempos em tempos”, acrescenta Tristão. Alguns nomes que já passaram pelo Velvet Club fazendo as vezes de DJ foram Edgard Scandurra, Kid Vinil, Marcelo Nova, Wander Wildner, João Gordo e Clemente.
Na semana que vem começa novo projeto na casa. Produzido por Nest, residente da Frisson!, que rola nas sextas, a festa Black Diamonds, de hip-hop, R&B e afins, terá início dia 28 e será promovida toda quinta-feira. Na discotecagem, somente garotas.

Por Mariana Peixoto_ Estado de Minas- Cultura- Divirta-se(dia 22/05/2009)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sacode abre o finde trazendo novidades para a pista!!!


Figura assídua na noite Belo Horizontina desde a década de noventa, Deivid Zaidan estréia seu novo projeto ao lado do dj Daniel D. A festa Sacode, no Velvet, promete inovar a noite de hoje. O evento vem com um set recheado de músicas que englobam vários estilos. Em um bate -papo rápido, Deivid falou sobre a cena musical de BH contemporânea, deu detalhes do novo projeto e comentou sobre o trabalho do dj convidado Dubstrong (Club Vegas, SP).

Qual a sua impressão sobre a noite de Belo Horizonte no cenário atual?

Nunca tivemos tantos lugares para ir. Em 2000, quando eu comecei a discotecar na Obra, lá era a única opção, e depois tivemos a Up. De frequentador da Obra, eu virei dj, e isso têm acontecido com outras pessoas que frequentam os clubs. Hoje temos várias opções e os lugares melhoraram bastante, estão mais estruturados. Os meus preferidos são A Obra e o Velvet, tanto pelo som quanto pelo público.


Fale um pouco sobre o trabalho do dj convidado Dubstrong.

Eu gosto muito do trabalho dele. Ele está à frente da festa Chocolate Beats, uma noite super tradicional de São Paulo, que já existe há anos. E é integrante do Echo Sound System, um coletivo de produção musical com várias participações de artistas nacionais e estrangeiros. Os sets dele são muito bons, além de ele ser um dj bem versátil, que sabe misturar tudo na noite sem chocar ninguém.


O que a noite de hoje promete?

Podem esperar de tudo, musicalmente falando. Eu e o Daniel vamos tocar outros estilos, diferentes dos de costume. Esta é uma festa que todo mundo vai poder escutar música boa, de todo tipo, sem se prender a nenhum estilo específico.



Deivid e Daniel D, produtores e residentes da festa Sacode!


Nos vemos lá!
Por Ivana de Berlim

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Velvet Club - Jota Jota - Interview (Jan-09)



Hey Everybody!!!!

Iremos começar uma nova fase no blog. Durante todo o ano iremos realizar algumas entrevistas com alguns Djs convidados primeiramente. Assim quem aqui participa, lê, ouve, e até quem mesmo escreve neste querido blog... poderá conhecer melhor a personalidade do entrevistado, ou seja, o que pensa, o que veste, o que bebe, o que lê, o que ouve e até críticas em relação ao seu universo social. Posteriormente iremos estender o nosso campo de entrevista para outras pessoas interessantes com perguntas capisciosas, cômicas, curiosas e por que não reveladoras.

Temos o prazer de lhes apresentar, Jota Jota, como o nosso 1° entrevistado do ano.

Juliano Januzzi não precisa de muita apresentação. Dj e designer de Juiz-de-Fora, diga-se de passagem, de muito bom-gosto! É uma pessoa educada, doce, e muito profissional. JJ já tocou em todos os clubs de respeito, inferninhos e nas melhores festas desta cidade de 111 anos. Resumindo; JJ é um Dj muito querido aqui nas cercanias de Belo Horizonte.


Jota Jota é Dj residente e produtor da festa mensal NOIZE em Juiz-de-Fora onde se apresentam Djs de todo o país. (www.flickr.com/photos/noizeparty)


::: Velvet Club entrevista _ Jota Jota (JF) ::::


1) Quando e onde nasceu o interesse em discotecar ? E como foi a sua 1ª vez?

A paixão pela discotecagem aconteceu por acaso. Um amigo me pediu prá fazer o som em sua festa particular, porque eu tinha muito material que eu usava só prá escutar em casa. Nessa festa estava o gerente de um club local que se tornou um dos meus maiores incentivadores. Ele me convidou prá abrir as noites nesse club. Eu não tinha interesse em tocar profissionalmente mas fui convencido por ele e a coisa foi crescendo a cada festa.
A primeira vez nesse club foi incrivelmente instintivo, eu apenas botei a mão e saiu. Ainda não sei como isso aconteceu mas eu sempre tive uma afinidade natural pra operar equipamentos.

2)
Todo mundo que começa a discotecar é por que tem alguma paixão pela música ou por Ego. Começar a discotecar fez diminuir o pré-conceito em relação a outros estilos?

Sem dúvida. Musica electrônica é um universo vasto e pra se tornar um bom Dj tem que ouvir de tudo. Naturalmente haverá estilos que se afinam mais com sua personalidade, outros nem um pouco, mas o importante é fazer disso um estudo de música mais amplo, que vai além da coisa de pista somente.
É preciso muita dedicação de tempo e nessa hora que se costuma separar quem tem paixão pela música ou pelo Ego Dj.

3) Você já alguma vez quis tocar outro estilo de música e não teve alguma chance? Você dilui outros estilos em seu set?


Não. Sempre toquei só o que eu gosto e isso que me mantém interessado em continuar. Toco há 7 anos o mesmo som, vertentes de House. Dentro disso sim, existe um caldeirão de influências: Disco, Acid, DiscoPunk, Baleárico (baixos bpms, sons calmos e lindas melodias pops para fins de tarde) depende do momento mas sempre tem a ver com estas vertentes.

4) Qual o seu sonho como Dj? Tocar em algum país específico, em algum club famoso ou mesmo em algum festival? Ou nada disto?

Pra quem nem queria tocar profissionalmente já me considero bastante satisfeito. Depois de tantas residências, clubs bacanas, festas das melhores possíveis, ainda produzir uma noite periódica como a NOIZE, que chega ao terceiro ano de sucesso, a única torcida que ainda faço é pra poder continuar tocando oque eu gosto. Rss.

5) Hoje quais são as suas influências? Banda, produtor, Dj ( artistas da música atual ou já consagrado). Cite um ou mais e por que este artista lhe chama tanta à atenção?

Já tem alguns anos que estou voltado pra Nu Disco, a mistura de elementos orgânicos e sintéticos cria uma sonoridade rica que é hoje o que me chama atenção. Artistas base como Moroder, Kano, Chic, Greg Wilson, ESG pra mim andam lado a lado com nomes atuais como Metro Área, Padded Cell, Tensnake, Aeroplane, InFlagranti, The Glimmers etc.

6) Na sua opinião. O que você analisa para dizer: Este DJ é “foda”!

Técnica importa muito. Bagagem musical também.
Pra mim um bom set é harmônico, tem que ter proposta, ser coerente a ela e trazer novidade.
Um Dj”foda” tem que ter estilo próprio, bom gosto e muito mais do que se multiplicar, tem que fazer a diferença em seu meio.

7) O que você tem dado mais ênfase em seu Set?

Novidades e muito groove.

E para encerrar, um link para o mais novo set de Jota Jota; confiram:




:: Contatos Jota Jota:

(32) 8847-5545.



Belo Horizonte, 13 de janeiro de 2009. Via msn. Por: Aniston/nest.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Residente@Velvetclub


Belo Horizonte é uma cidade engraçada. Tem um jeito de cidade do interior ao mesmo tempo que, em alguns aspectos, está conectada com o que rola aí pelo mundo. Isso é facil de se perceber através de um público relativamente expressivo, que é bem informado sobre música e artes em geral. Tudo isso contribui pra cena musical da cidade se desenvolver: bandas e djs surgem com uma certa freqüência, e não vamos aqui discutir a qualidade, já que, tank god, do meio dos novatos é que surgem os novos talentos. No Velvet Club o line up de djs residentes tem profissionais com mais e menos experiência, no que diz respeito ao tempo em que atuam como djs, mas todos com um ponto de intercessão: a paixão pela música e o interesse em uma constante evolução e renovação. Para quem frequenta ou para quem ainda vai conhecer o Velvet, vamos apresentar, até o fim da semana, um pouco mais de cada um desses djs e dos projetos que estão à frente.



NEST --- Radar Party

Além de dj, é músico e produtor, já tendo feito parte de alguns dos principais projetos de música eletrônica e de rock em Belo Horizonte. Conquistou seu espaço junto ao público e também ao principais djs da cidade, compondo, produzindo e tocando nas principais festas, a partir do fim da década de 90.
Paralelamente às discotecagens, surgiu a Labia Minora, até então a única banda de música eletrônica de BH, composta apenas por ele e por Daniel Albinati (Danihell). Em 2002 ingressou no que seria a primeira formação da banda Digitaria, que, além do amigo Danihell, contava também com Fabiano e Daniela Caldellas. O Digitaria ganhou espaço no cenário Internacional, o que culminou em um contrato com o badalado selo alemão Deejay Gigolo Records, cujo principal responsável é o lendário DJ HELL. Em meados de 2006 Nest foi com a banda para Berlim, na Alemanha, onde morou por três meses e teve oportunidade de atuar numa das melhores cenas musicais do mundo, e, com isso, aprender com Djs e Lives que pôde ver de perto, em clubs e festivais. De volta ao Brasil, ainda como músico/produtor do Digitaria, tocou nos principais festivais e clubs do país. Em 2007, resoveu assumir a sua carreira solo como dj e produtor, e de lá até os dias de hoje já dividiu o mixer com djs de renome no cenário nacional e internacional, numa lista enorme que inclui: John Gaiser (M_nus), Heartthrob (M_nus), Glimpse (Kompakt-UK), Nedu Lopes (Klang), Fred Mafra, Felipe Forratini, Gustavo Peluzo (Virale Rec.), Mau Lopes, Renato Cohen, Komka, entre outros. Desde a inauguração do Velvet Club, Nest é dj residente da festa que também produz, a Radar!! (Fashionable Party).


Velvet Blog: A festa "Radar!" tem sua base nas novas tendências musicais, combinada às de moda. As "fashionable partys" estouraram e vêm fazem sucesso pelo mundo. Qual a proposta do seu projeto pro público aqui de BH, conhecido por ser super antenado com esses temas?

Nest: Trazer de volta o bom gosto para as noites de quinta-feira, aliando bons e experientes djs com as novas promessas. Isso tudo sem deixar de lado o clima de descontração, diversão e paquera, além de reciclar o conhecimento musical. Pessoas bonitas e um bom papo com os amigos, aproveitando alguns drinks exclusivos. Essa é a proposta da Radar!!


26/06, QUINTA-FEIRA - RADAR!! (Fashionable Party)
glamorous rock, pop, electro and hits

A Radar, festa que une o melhor da música - das clássicas até as atuais, sempre divertidas - mais pessoas queridas e drinks bacanas, traz nessa quinta mais uma fervidíssima festa Fashion!! E a casa abre às 22h pra não atrapalhar a sua sexta!

NEST (RESIDENTE)
RODRIGO CEZÁRIO (PRODUTOR DE MODA)

PRISCILA (KILLER SHOES) vs BABS
BITT

22h - R$10 entrada
escreva pra nossa lista amiga (nome completo) e fica só R$7,99!!

seeya no modelón e na pista! =)